Cine Brasília

O Cine Brasília, além de ser a sala de exibição sede do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, mantém em sua programação lançamentos de filmes nacionais, mostras estrangeiras, semanas temáticas, etc.

Acessibilidade: Sim

Capacidade: 607

Horário de funcionamento: Programação regular diária, com sessões às 17h, 19h e 21h.

Email Público: cinema@sc.df.gov.br

Telefone Público: (61) 3244-1660

Endereço: EQS 106/107 , s/n , Asa Sul, 70345-400, Brasília, DF

CEP: 70345-400

Logradouro: EQS 106/107

Número: s/n

Complemento:

Bairro: Asa Sul

Município: Brasília

Estado: DF

Regiões Administrativas: Brasilia

Descrição

HISTÓRICO

Antes mesmo de ser inaugurado, foi arrendado à Companhia Cinematográfica Luiz Severiano Ribeiro. Projetado por Oscar Niemeyer para ser o cinema da Unidade de Vizinhança, junto ao complexo que teria ainda urna quadra de esportes situado na entrequadra 106/107 Sul, o Cine Brasília foi erguido sob o aval da Novacap pela Companhia Construtora Pederneiras SA, pertencendo originalmente àquela empresa.

Na programação inaugural foram projetados grandes sucessos de bilheteria tais como Anáguas a Bordo, com Gary Grant, A Canoa Furou, com Jerry Lewis e O Discípulo do Diabo, com Kirk Douglas e Burt Lancaster, entre outros.

No ano de 1965, tempo em que o nosso cinema tinha uma produção constante e de qualidade, mas convivia com a repressão, ditadura e falta de dinheiro, os produtores e diretores solicitavam apoio do governo, assim como hoje.

Nesse clima aconteceu em Brasília, de 15 a 22 de novembro daquele ano, a primeira Semana do Cinema Brasileiro, que depois passou a se chamar Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A idéia era trazer o cinema nacional até a capital da República e ao mesmo tempo proporcionar o encontro entre cineastas, produtores e técnicos da área, além de ser um espaço para pressionar o Congresso Nacional para a criação de um Instituto Nacional de Cinema.

Em sessões de gala feitas só para convidados onde era exigido traje a rigor, eram exibidos filmes que no dia seguinte seriam reprisados em sessões abertas ao público em geral. O Cine Brasília era novamente disputado pelos políticos e intelectuais de Brasília saudosos do glamour do Rio de Janeiro.

Em 1975, o cinema passou por urna reforma total: instalações elétricas, revestimentos das paredes, pisos, poltronas, projetores, sistema de som, ar-condicionado, etc. Com os filmes A Pedra da Riqueza, de Vladimir Carvalho e Lição de Amor, de Eduardo Escorel, em 7 de julho de 1976, a população candanga teve seu cinema de arte reinaugurado.

Hoje

O Cine Brasília, além de ser a sala de exibição sede do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, mantém em sua programação lançamentos de filmes nacionais, mostras estrangeiras, semanas temáticas, debates, lançamentos de livros, exposições de pinturas, fotografias, cartazes e outros; intercâmbio e cooperação com as embaixadas, escolas públicas e universidades, contribuindo com projetos de formação de platéia e enriquecimento de nossa cultura.
Um dos projetos de maior sucesso na história cultural do DF é, sem dúvida, o Escola vai ao Cinema, que tem levado ao cinema, e muitos pela primeira vez, milhares de alunos da rede pública de ensino, nas sessões matinais.

Galeria

evento entre e

51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

De 14 a 23 de setembro de 2018, o Instituto Alvorada Brasil e a Secretaria de Cultura do Distrito Federal realizarão a edição comemorativa do 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, dedicado à difusão da produção cinematográfica nacional.

  • Mostra Paralela – Festival dos Festivais, com Lembro mais dos corvos (documentário, 80 min, 2018, SP, livre) de Gustavo Vinagre.. Entrada franca.
  • Mostra Paralela – Festival dos Festivais, com Sol alegria (ficção, 90 min, 2018, PB, 18 anos), de Tavinho Teixeira e Mariah Teixeira.. Entrada franca.
  • Mostra Competitiva, com Plano controle (ficção, 16 min, 2018, MG, 12 anos), de Juliana Antunes; Guaxuma (animação, 14 min, 2018, PE, **), de Nara Normande; e A sombra do pai (ficção, 90 min, 2018, SP, 16 anos), de Gabriela Amaral Almeida.. R$ 6 e R$ 3 (meia)
  • Mostra Brasília, com Casa de praia (ficção, 16 min, 2018, DF, livre), de Duda Affonso; Terras brasileiras (documentário, 29 min, 2017, DF, 12 anos), de Dulce Queiroz; Riscados pela memória (ficção, 20 min, 2018, DF, 10 anos), de Alex Vidigal; In memoriam (ficção, 24 min, 2018, DF, 12 anos) de Gustavo Fontele Dourado e Thiago Campelo; Presos que menstruam (ficção, 20 min, 2018, DF, 18 anos), de Alisson Sbrana; e À tona (documentário, 14 min, 2018, DF, 14 anos), de Daniella Cronemberger.. Entrada franca.
  • Mostra Competitiva, com Aulas que matei (ficção, 24 min, 2018, DF, 12 anos) de Amanda Devulsky e Pedro B. Garcia; e Ilha (ficção, 94 min, 2018, BA, 16 anos) de Ary Rosa e Glenda Nicácio.. R$ 6 e R$ 3 (meia)
  • Mostra Brasília, com Cabeças (DF), curta-metragem (ficção, 9 min, 2017, DF, livre) de Bruna Carolli; e O outro lado da memória (documentário, 110 min, 2018, DF, 10 anos), longa-metragem (documentário) de André Luiz Oliveira.. Entrada franca.
  • Festivalzinho. Entrada franca.
  • Mostra Paralela – A arte da vida, com A roda da vida (ficção, 90 min, 2018, DF, livre), de William Alves e Zefel Coff.. Entrada franca.
  • Hors concour, com América armada (documentário, 90 min, 2018, RJ, 10 anos) de Alice Lanari e Pedro Asbeg.. Entrada franca.
  • : Reprise da Mostra Brasília - Sessão Melhor Filme curta e longa Juri Popular.. Entrada franca.
  • Reprise da Mostra Competitiva Melhor Filme curta e longa Juri Popular. Entrada franca.
  • 19h, A experiência do cinema Organização: Ismail Xavier; 392 páginas, Editora Paz e Terra/Record, 2018 19h, O criador de imagens – A luz brasileira de Mario Carneiro De Miguel Freire, Kotter Editorial, 256 páginas, 2018. Entrada franca.
  • 19h, Cinema brasileiro nos jornais: uma análise da crítica cinematográfica na Retomada De Luiz Joaquim da Silva Júnior, 150 páginas, Fundação Joaquim Nabuco/Editora Massangana, 2018. Entrada franca.
  • 19h, Geração Baré-Cola – Usuários de rock (DVD) Direção: Patrick Grosner. Documentário, 73 min, 2014, 14 anos. Entrada franca.
  • 19h, Animação Brasileira – 100 filmes essenciais Organização: Gabriel Carneiro e Paulo Henrique Silva; 400 páginas, Grupo Editorial Letramento, 2018 Documentário Brasileiro – 100 filmes essenciais Organização: Paulo Henrique Silva; 352 páginas, Grupo Editorial Letramento, 2017. Entrada franca.
  • 19h, 35 anos de vídeo independente de Brasília (DVD) Organização: Moacir Macedo. Entrada franca.
  • Reprise da Mostra Brasília - Sessão Melhor Filme curta e longa Juri Oficial. Entrada franca.
  • Reprise da Mostra Competitiva Melhor Filme curta e longa Juri Oficial.. Entrada franca.
  • Cerimônia de abertura (exclusiva para convidados). Hors Concours: Imaginário (documentário, 18 min, 2018, SP, 12 anos) de Cristiano Burlan; e Domingo (ficção, 95 min, 2018, RJ, **) de Fellipe Barbosa.. Para convidados.
  • Mostra Paralela – Festival dos Festivais, com Dias vazios (ficção, 104 min, 2018, GO, 16 anos), de Robney Bruno Almeida.. Entrada franca.
  • Mostra Brasília, com O mistério da carne (ficção, 18 min, 2018, DF, 16 anos), de Rafaela Camelo; Sinucada (ficção, 16 min, 2018, DF, 14 anos), de Rafael Standniki; Noroeste (documentário, 13 min, 2018, 10 anos), de Lucas Ferreira Gesses; New Life S.A. (ficção, 78 min, 2018, 14 anos), de André Carvalheira.. Entrada franca.
  • Mostra Competitiva com Eu, minha mãe e Wallace (ficção, 23 min, 2018, RJ, livre); e Temporada (ficção, 113 min, 2018, MG, 12 anos), de André Novais Oliveira.. R$ 6 e R$ 3 (meia)
  • Mostra Paralela – A arte da vida, com Frans Krajcberg: Manifesto (documentário, 96 min, 2018, SP, livre) de Regina Jehá.. Entrada franca.
  • Mostra Competitiva, com Reforma (ficção, 15 min, 2018, PE, 16 anos) de Fábio Leal; BR3 (ficção, 23 min, 2018, RJ, 14 anos) de Bruno Ribeiro; e Bixa Travesty(documentário, 75 min, 2018, SP, 14 anos) de Claudia Priscilla e Kiko Goifman.. Entrada franca.
  • 19h, Cinema Sururu – O novo audiovisual produzido em Alagoas Organização: João Paulo Procópio, Rafhael Barbosa e Felipe Guimarães; 64 páginas, FSAL Fórum Setorial do Audiovisual Alagoano e Alagoar, 2018. Entrada franca.
  • Mostra Paralela – A arte da vida, com Orin: música para os orixás (documentário, 74 min, 2018, BA, livre) de Henrique Duarte.. Entrada franca.
  • Mostra Paralela – A arte da vida, com Humberto Mauro (documentário, 90 min, 2018, RJ, livre) de André Di Mauro.. Entrada franca.
  • Festivalzinho. Entrada franca.
  • Festivalzinho. Entrada franca.
  • 4º Festival de Filmes Curta-Metragem das Escolas Públicas de Brasília. Entrada franca.
  • Mostra Paralela – Festival dos Festivais, com Espera (documentário, 76 min, 2018, MG, **) de Cao Guimarães. Entrada franca. Entrada franca.
  • Mostra Paralela – Onde estamos e para onde vamos?, com Nós (documentário, 79 min, 2018, SP, livre) de Pedro Arantes.. Entrada franca.
  • Festivalzinho. Entrada franca.
  • Mostra Competitiva, com Mesmo com tanta agonia (ficção, 20 min, 2018, MG, 10 anos) de Alice Andrade Drummond; e Luna (ficção, 90 min, 2018, MG, 16 anos) de Cris Azzi.. R$ 6 e R$ 3 (meia)
  • Mostra Brasília, com Para minha gata Mieze (ficção, 25min, 2018, DF, 16 anos) de Wesley Gondim; O Homem Banco (ficção, 11 min, 2017, DF, 12 anos) de Cícero Fraga; e Marés (ficção, 84 min, 2018, DF, 14 anos) de João Paulo Procópio.. Entrada franca.
  • Mostra Competitiva, com Boca de loba (ficção, 19 min, 2018, CE, 12 anos) de Bárbara Cabeça; e Torre das Donzelas (documentário, 97 min, 2018, RJ) de Susanna Lira.. R$ 6 e R$ 3 (meia)
  • Mostra Brasília, com Entre parentes (documentário, 27 min, 2018, DF, livre), de Tiago de Aragão; Monstros (ficção, 15 min, 2018, DF, 12 anos), de Douro Moura;A roda da fortuna (ficção, 13 min, 2018, DF, 10 anos), de Luciano Porto; A praga do cinema brasileiro (ficção, 26 min, 2018, DF, livre), de Willian Alves e Zefel Coff;Brasilha (ficção, 3min, 2018, DF, livre), de Rafael Morbeck; e Me deixe não ser (ficção, 20 min, 2018, 12 anos), de Kleber Machado. Entrada franca. Entrada franca.
  • Mostra Paralela – Festival dos Festivais, com Fabiana (documentário, 89 min, 2018, GO/SP, 12 anos) de Brunna Laboissière.. Entrada franca.
  • 4º Festival de Filmes Curta-Metragem das Escolas Públicas de Brasília. Entrada franca.
  • Mostra Competitiva, com Conte isso àqueles que dizem que fomos derrotados (documentário, 23 min, 2018, MG/PE, livre), curta-metragem de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito; e Bloqueio (documentário, 75 min, 2018, PE/RJ, 12 anos), de Victoria Álvares e Quentin Delaroche.. R$ 6 e R$ 3 (meia)
  • Mostra Paralela – Onde estamos e para onde vamos?, com Elegia de um crime (documentário, 92 min, 2018, SP, 14 anos) de Cristiano Burlan.. Entrada franca.
  • Homenagem, com Lance maior (ficção, 100 min, 1968, 14 anos) de Sylvio Back. Entrada franca. Entrada franca.
  • Mostra Paralela – Onde estamos e para onde vamos?, com Excelentíssimos (documentário, 152 min, 2018, RJ, livre) de Douglas Duarte.. Entrada franca.
  • II Festival Universitário de Brasília. Entrada franca.
  • Mostra Competitiva, com Kairo (ficção, 15 min, 2018, SP, 12 anos) de Fabio Rodrigo; e Los silencios (ficção, 87 min, 2018, SP, livre) de Beatriz Seigner.. R$ 6 e R$ 3 (meia)
  • II Festival Universitário de Brasília. Entrada franca.
  • Mostra Competitiva, com Liberdade (SP), curta-metragem (documentário) de Pedro Nishi e Vinícius Silva; Sempre verei cores no seu cinza (documentário, 18 min, 2018, RJ, livre) de Anabela Roque; e New Life S.A. (ficção, 79 min, 2018, DF, 14 anos) de André Carvalheira.. R$ 6 e R$ 3 (meia)
  • Mostra Paralela – Onde estamos e para onde vamos?, com Parque Oeste (documentário, 70 min, 2018, GO, 12 anos) de Fabiana Assis.. Entrada franca.
Linguagem: Audiovisual, Cinema, Curso ou Oficina, Artes Integradas, Exposição, Palestra, Debate ou Encontro, Livro e Literatura
Classificação: Livre

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Cine Brasília

A história do Cine Brasília está definitivamente ligada à de Brasília. Inaugurado dentro da programação que comemorou a transferência da capital do país, em 22 de abril de 1960, o cinema desde então incorporou-se ao lazer dos pioneiros, oferecendo maior conforto e novas oportunidades de entretenimento. Por isso, freqüentemente os 607 lugares estavam ocupados por uma platéia participativa .